Se Capital Humano espelha o que deve ser a visão de empresa e trabalhador sobre o papel deste, a Formação Profissional tem que contribuir para atingir índices de competência e desempenho, individual e em equipa, óptimos.
O contexto de mudança permanente em que vivemos, a par do nosso insaciável desejo de apreender dá a noção de aprendizagem ao longo da vida uma outra urgência.
Confrontados diariamente com os baixos índices de produtividade do país tendemos a assumir normalidades e inevitabilidades. Já parámos para pensar que ensino temos, que prática organizacional, como encaramos o trabalho? Fomentamos a aprendizagem ou a reprodução, a criatividade e o empreendorismo ou a dependência e conformismo?
A formação profissional permite transmitir competências práticas adquiridas, preparando profissionais para a interacção nas organizações, para um comportamento pró-activo abrindo as portas as recursos cognitivos, técnicos e emocionais exigidos e diferenciadores de desempenho em contexto de trabalho.
Deve ser o veículo de transmissão das boas práticas e da mudança na senda de aumentos de eficiência e de produtividade, de mãos dadas com os avanços tecnológicos, as novas exigências ambientais e de qualidade, a inovação organizacional e o incentivo à criatividade, invenção e autonomização de negócios. Estatuto ou competência, a escolha tem que ser clara. A Formação é uma aposta do indivíduo no seu desempenho profissional, das organizações nos seus resultados e do País na sua produtividade.
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